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SOROCABANA: MULHER OPERÁRIA


Desde os primórdios da industrialização sorocabana, já com tino para a atividade têxtil desde o berço, quer desde 1852 quando da primeira experiência de Manoel Lopes de Oliveira (com mão-de-obra escrava, em sua maioria, em lugar de operários assalariados), quer em 1882 com a fundação da Fábrica Nossa Senhora da Ponte, de propriedade de Manoel José da Fonseca, a mulher trabalhadora sempre esteve presente.


A industrialização sorocabana seguia os moldes do desenvolvimento do capitalismo mundial, em que a mão-de-obra de crianças e mulheres era sempre aproveitada como forma de aumentar a procura em relação à oferta de empregos. Dessa forma, criando esse